ISRAEL

ISRAEL

Menor que o estado brasileiro do Sergipe, o que lhe falta em tamanho é compensado pela diversidade de sua terra, que apresenta desde picos cobertos de neve até ardentes desertos. Numa manhã de inverno, pode-se esquiar pelas colinas do Monte Hermon (norte do país) e viajando por 7 horas, em direção sul, através do fértil Vale do Jordão e do árido Aravá (Massada), chegando-se ao Mar Vermelho a tempo de passar a tarde mergulhando em suas águas, entre abundantes arrecifes de coral e exóticos peixes tropicais.

Em dia claro, ao chegar ao topo de uma das muitas colinas que rodeiam a capital Jerusalém, pode-se ver Israel, ao mesmo tempo, em toda a sua largura, desde o Mar Mediterrâneo a leste até o profundo vale por onde corre o Rio Jordão a oeste. Jerusalém situada no coração de Israel, estende-se por sobre a crista da cadeia de montanhas da Judeia, que constitui a espinha dorsal do país, desde o Norte até o Sul, separando a planície litorânea do Vale do Jordão.

Em território criado em 14/05/1948, tem 22.072 km2, com pouco mais de 9.070.00 habitantes, estando a capital em Jerusalém, disputada por judeus (israelenses) e mulçumanos (palestinos). Israel é uma democracia representativa com um sistema parlamentar, representação proporcional e sufrágio universal (voto). O primeiro-ministro serve como chefe de governo e o Knesset como o corpo legislativo unicameral do país. Israel tem uma das mais altas expectativas de vida do mundo, considerado um país desenvolvido, sendo membro da OCDE e da ONU. O PIB nominal foi o 40º maior do mundo em 2011, tendo o mais alto padrão de vida do Oriente Médio. No entanto, organizações como a Anistia Internacional e o Human Rights Watch têm sido críticos das políticas de Israel em relação aos palestinos, enquanto o governo dos Estados Unidos e alguns países da Europa, como o Reino Unido e a Alemanha, geralmente apoiam Israel bélica e financeiramente.

O Estado de Israel fica localizado na aresta ocidental da Ásia. A noroeste encontra-se com a África, forming a ponte entre o Mar Mediterrâneo a oeste e o Mar Vermelho a sudeste. Atualmente, suas fronteiras terrestres estendem-se até o Líbano no Norte; ao Monte Hermon a noroeste; ao Rio Jordão a leste; e a linha limítrofe internacional com o Egito, que corre em direção noroeste, desde Eilat até o Mediterrâneo, através do Deserto do Sinai. Dividindo-o em duas partes vê-se que a metade norte é temperada e fértil, enquanto que o setor sul é desértico e árido. A região mais verde é a Galileia, que nasce na arenosa costa do Mediterrâneo, sobe pelas arborizadas colinas e cultivadas planícies da região central, descendo ao subtropical Vale do Jordão a leste. Durante os meses frios – novembro a abril – a precipitação de chuvas nesta região é a maior do país. Lá, porém, como em todo Israel, não cai um só pingo de chuva durante seus longos e ardentes verões.

Aninhado entre as colinas do Norte, encontra-se o Mar da Galileia (kineret em hebraico, por sua forma que um kinor, violino). Este lago é um dos mais belos recantos do país, como também o principal reservatório de água doce. O Aqueduto Nacional, através de uma rede enorme de encanamentos, transporta suas águas até o Deserto de Negev ao sul, irrigando vastas áreas do que, um dia, foi um solo árido. O Mar da Galileia é alimentado pelo Rio Jordão. Cascateante no inverno, mas apenas uma tranquila ribeira no verão, este rio – imortalizado na Bíblia e celebrado em versos – desce sinuosamente até a enorme fenda que se abriu na superfície da Terra há milhares de anos e que separou a Síria do continente africano. Ao Sul, o rio corre através do Vale do Jordão, exuberante com suas tamareiras e bananeiras tropicais e campos cultivados na parte norte, mas árido deserto, pontilhado de ocasionais oásis verdejantes, quando se aproxima do Mar Morto.

Situado a 400 metros abaixo do nível do mar, o Mar Morto é o ponto mais baixo na superfície da Terra. Devido à falta de desaguamento, suas águas são extremamente salgadas, pesadas e densas a ponto de ser impossível afundar quando se nada nelas. Por essas mesmas razões, o Mar Morto é uma fonte de riquezas minerais, famoso em todo mundo por seu potencial comercial e por suas propriedades medicinais no tratamento de pele e de enfermidades reumáticas.

Em várias localidades espalhadas por Israel, foram encontrados vestígios arqueológicos das grandes cidades muradas dos tempos bíblicos – como Megido, Hazor e Gezer – com seus majestosos portões e engenhosos sistemas de águas; os gigantescos e preservados anfiteatros romanos em Beit Shean e no antigo porto de Cesárea; Massada, a fortaleza natural no topo da montanha, o último baluarte do Segundo Reino Judaico, que caiu em mãos dos romanos no ano 73 d.C., e a cidade nabateia de Avdat, que há muitos séculos atrás era uma florescente economia agrícola no Deserto de Negev.

TEL AVIV

Imagem do Roteiro

A moderna “Cidade Branca”, como é chamada Tel Aviv, caracteriza-se por edifícios com muito vidro, curvas, concreto e claro, a cor branca. Pode-se chegar de avião ou através do Deserto do Sinai (vindo do Egito), atravessando-se o Canal de Suez (setor norte) entre o mar Mediterrâneo e o Vermelho, pela Faixa de Gaza. Por este caminho, Moisés andou rumo à Terra Prometida, durante o êxodo do povo escolhido no ano 70, até o retorno em 1948. A capital é litorânea, às margens do mar Mediterrâneo, é moderna e o centro comercial do país. Não percam:

Imagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do Roteiro

JERUSALÉM, mensageira da paz!

Imagem do Roteiro

Berço das religiões monoteístas, entre nesta cidade pelo Monte Scopus, no mirante do Monte das Oliveiras (tempo livre para orações), visitando a Capela da Ascenção e a Gruta “Pater Nostro”, a Basílica Dominus Flevit, e no sopé da qual está o Horto Getsêmani e a Basílica da Agonia. Daqui tem-se uma bela vista panorâmica da cidade.

Segue-se à parte moderna da cidade, onde está Yad Vashem, memorial do holocausto pelos mais de 6.000.000 de judeus mortos na II Guerra Mundial; o Monte Hertzel (“pai do movimento sionista moderno”) e o Cemitério Militar; a maquete de Hollyland (que demonstra Jerusalém há 2.000 anos e a reconstituição do Segundo Templo feito pelo governador Herodes).

No Museu de Israel vê-se o santuário do livro sagrado (a Menorá) para apreciar os mais antigos manuscritos encontrados nas Grutas de Qunram, e o candelabro de 7 braços (emblema do Estado de Israel); centro médico Hadasa, com os famosos vitrais de Chagall e projetado por um dos alunos do Prof. Oscar Niemayer.

Prosseguimento ao Vale de Josafá, entrando na Velha Jerusalém pela Porta do Leões (uma das sete portas): Tanque de Bethesda (aqui Jesus curou o paralítico), igreja de Sant’Ana e a Capela da Flagelação. No Monte Sião (fora das muralhas) está o Túmulo do Rei David e o Cenáculo (local da última ceia de Jesus com os apóstolos), a Abadia da Dormição e a Igreja de São Pedro em Galicantu. Na saída da cidade amuralhada se conhece o bairro judeu de Hashmoneu; o Cardo Romano; o Muro Ocidental, o famoso Muro das Lamentações (onde os homens judeus ficam do lado esquerdo, lamentando a destruição do templo sagrado); Esplanada do Templo, onde estão as Mesquitas de El Aqsa e de Omar (Duomo da Rocha), os litóstrotos (local do tribunal onde Pôncio Pilatos se assentou) no Mosteiro das Irmãs de Sião e a Igreja do Santo Sepulcro, além da Via Dolorosa completa.

No centro novo da cidade (calçadões), vêem-se a Grande Sinagoga de Jerusalém, o bairro ultra ortodoxo de Mea Shearim, e a Colina dos Armamentos local que, entre 1948-1967 quando Jerusalém era dividida, era a base principal dos jordanianos, e que para a reunificação da cidade foi o ponto onde mais soldados dos dois lados caíram. No bairro governamental, encontra-se o Knessset que é o Parlamento do Estado.

Você descobrirá uma cidade moderna, que nada perde para as capitais europeias, com bares, restaurantes, butiques e, principalmente, as joalherias. Boas compras de pedras preciosas, entre outras, podem-se fazer ali. No bairro árabe, os tradicionais bazares são uma constante. Frequentemente patrulhada por militares, oferece alto nível de segurança aos turistas e cidadãos locais.

BELÉM

Imagem do Roteiro

Na Igreja da Natividade, onde se encontra a manjedoura (local de alimento de animais nas antigas estrebarias, na qual Jesus foi posto ao nascer) e o campo dos pastores. Aqui vê-se a Tumba da Matriarca Raquel, nos Campos dos Pastores, e o Centro de Estudos Bíblicos de Tantur, onde também se pode participar de uma reconstituição da “ceia pascal”, como era celebrada em Israel no período do II Templo.

Imagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do Roteiro

Cruzando-se a ponte Arik, entra-se no Planalto de Golan. Ao longo do trajeto vêem-se antigas fortificações sírias, chegando-se a Banias, local de Cesárea de Felipe (onde há culto especial na Festa dos Tabernáculos, todos os anos no mês de outubro). Caminhando-se ao longo do rio Dália, chega-se à piscina natural chamada de Breichat Hameshushim (recomenda-se levar maiô e toalha de banho). Ao longo do planalto, ainda se vêem os pontos estratégicos sírios, entre 1948-1967, assim como a cidade de Kuneitra, hoje em território sírio.

Imagem do RoteiroImagem do Roteiro

Passa-se por Maale Adunim e Estalagem (pousada) do Bom Samaritano, visitando a Fortaleza de Massada. Na região do Mar Morto, é o único mar interior abaixo 390 m do nível do mar de águas mais salgadas do mundo; nelas você vai boiar sem esforço.

Imagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do RoteiroImagem do Roteiro

Fonte: experiências de viagens pessoais

Imagem do Roteiro