Israel - Romy Viagens
Dicas de Viagens

ISRAEL

Romy Daher | Agosto, 2026

Menor que o estado brasileiro do Sergipe, o que lhe falta em tamanho é compensado pela diversidade de sua terra, que apresenta desde picos cobertos de neve até ardentes desertos. Numa manhã de inverno, pode-se esquiar pelas colinas do Monte Hermon (norte do país) e viajando por 7 horas, em direção sul, através do fértil Vale do Jordão e do árido Aravá (Massada), chegando-se ao Mar Vermelho a tempo de passar a tarde mergulhando em suas águas, entre abundantes arrecifes de coral e exóticos peixes tropicais.

Em dia claro, ao chegar ao topo de uma das muitas colinas que rodeiam a capital Jerusalém, pode-se ver Israel, ao mesmo tempo, em toda a sua largura, desde o Mar Mediterrâneo a leste até o profundo vale por onde corre o Rio Jordão a oeste. Jerusalém situada no coração de Israel, estende-se por sobre a crista da cadeia de montanhas da Judeia, que constitui a espinha dorsal do país, desde o Norte até o Sul, separando a planície litorânea do Vale do Jordão.

Em território criado em 14/05/1948, tem 22.072 km2, com pouco mais de 9.070.00 habitantes, estando a capital em Jerusalém, disputada por judeus (israelenses) e mulçumanos (palestinos). Israel é uma democracia representativa com um sistema parlamentar, representação proporcional e sufrágio universal (voto). O primeiro-ministro serve como chefe de governo e o Knesset como o corpo legislativo unicameral do país. Israel tem uma das mais altas expectativas de vida do mundo, considerado um país desenvolvido, sendo membro da OCDE e da ONU. O PIB nominal foi o 40º maior do mundo em 2011, tendo o mais alto padrão de vida do Oriente Médio. No entanto, organizações como a Anistia Internacional e o Human Rights Watch têm sido críticos das políticas de Israel em relação aos palestinos, enquanto o governo dos Estados Unidos e alguns países da Europa, como o Reino Unido e a Alemanha, geralmente apoiam Israel bélica e financeiramente.

O Estado de Israel fica localizado na aresta ocidental da Ásia. A noroeste encontra-se com a África, formando uma ponte entre o Mar Mediterrâneo a oeste e o Mar Vermelho a sudeste. Atualmente, suas fronteiras terrestres estendem-se até o Líbano no Norte; ao Monte Hermon a noroeste; ao Rio Jordão a leste; e a linha limítrofe internacional com o Egito, que corre em direção noroeste, desde Eilat até o Mediterrâneo, através do Deserto do Sinai. Dividindo-o em duas partes vê-se que a metade norte é temperada e fértil, enquanto que o setor sul é desértico e árido. A região mais verde é a Galileia, que nasce na arenosa costa do Mediterrâneo, sobe pelas arborizadas colinas e cultivadas planícies da região central, descendo ao subtropical Vale do Jordão a leste. Durante os meses frios – novembro a abril – a precipitação de chuvas nesta região é a maior do país. Lá, porém, como em todo Israel, não cai um só pingo de chuva durante seus longos e ardentes verões.

Aninhado entre as colinas do Norte, encontra-se o Mar da Galileia (kineret em hebraico, por sua forma que um kinor, violino). Este lago é um dos mais belos recantos do país, como também o principal reservatório de água doce. O Aqueduto Nacional, através de uma rede enorme de encanamentos, transporta suas águas até o Deserto de Negev ao sul, irrigando vastas áreas do que, um dia, foi um solo árido. O Mar da Galileia é alimentado pelo Rio Jordão. Cascateante no inverno, mas apenas uma tranquila ribeira no verão, este rio – imortalizado na Bíblia e celebrado em versos – desce sinuosamente até a enorme fenda que se abriu na superfície da Terra há milhares de anos e que separou a Síria do continente africano. Ao Sul, o rio corre através do Vale do Jordão, exuberante com suas tamareiras e bananeiras tropicais e campos cultivados na parte norte, mas árido deserto, pontilhado de ocasionais oásis verdejantes, quando se aproxima do Mar Morto.

Situado a 400 metros abaixo do nível do mar, o Mar Morto é o ponto mais baixo na superfície da Terra. Devido à falta de desaguamento, suas águas são extremamente salgadas, pesadas e densas a ponto de ser impossível afundar quando se nada nelas. Por essas mesmas razões, o Mar Morto é uma fonte de riquezas minerais, famoso em todo mundo por seu potencial comercial e por suas propriedades medicinais no tratamento de pele e de enfermidades reumáticas.

Em várias localidades espalhadas por Israel, foram encontrados vestígios arqueológicos das grandes cidades muradas dos tempos bíblicos – como Megido, Hazor e Gezer – com seus majestosos portões e engenhosos sistemas de águas; os gigantescos e preservados anfiteatros romanos em Beit Shean e no antigo porto de Cesárea; Massada, a fortaleza natural no topo da montanha, o último baluarte do Segundo Reino Judaico, que caiu em mãos dos romanos no ano 73 d.C., e a cidade nabateia de Avdat, que há muitos séculos atrás era uma florescente economia agrícola no Deserto de Negev.

TEL AVIV

Tel Aviv
As areias brancas do Mediterrâneo e a vibração única de Tel Aviv.

A moderna “Cidade Branca”, como é chamada Tel Aviv, caracteriza-se por edifícios com muito vidro, curvas, concreto e claro, a cor branca. Pode-se chegar de avião ou através do Deserto do Sinai (vindo do Egito), atravessando-se o Canal de Suez (setor norte) entre o mar Mediterrâneo e o Vermelho, pela Faixa de Gaza. Por este caminho, Moisés andou rumo à Terra Prometida, durante o êxodo do povo escolhido no ano 70, até o retorno em 1948. A capital é litorânea, às margens do mar Mediterrâneo, é moderna e o centro comercial do país. Não percam:

  • Old Jaffa é a parte antiga da cidade, chamada de Tel Aviv-Yafo desde 1950, pela junção das cidades Tel Aviv e Jaffa (Yafa em hebraico). O bairro é cheio de achados arqueológicos que datam de mais de 4 mil anos a.C. Não é à toa que Jaffa é citada em diversas histórias e livros religiosos, como a Bíblia Hebraica, por exemplo. Os personagens Jonas (da baleia), Jafé (filho de Noé), Salomão e São Pedro – e até mesmo a história de Perseu, da Antiguidade – aparecem ligados a essa parte de Tel Aviv. Pelas vielas de Old Jaffa, o turista se depara com arquitetura do período otomano em meio aos cafés, restaurantes, ateliês e comércio local.
  • Old Jaffa
    O charme intocado pelas vielas históricas de Old Jaffa.
  • Porto de Jaffa: com o título de porto mais importante de Israel há séculos, o porto de Jaffa na parte antiga da cidade, hoje é usado para pequenas embarcações. O destaque é a vista do pôr do sol à beira mar, principalmente no deck construído, desenhado pelo brasileiro Niemeyer. Local turístico pelos inúmeros restaurantes, lojinhas e apresentações de música ao ar livre no verão.
  • Porto de Jaffa
    As cores fascinantes ao pôr do sol no histórico Porto de Jaffa.
  • No famoso Mercado Carmel seus sentidos serão aguçados com muitas cores, culturas e cheiros ao caminhar pelas ruazinhas do mercado! Aliás, todo bairro de Tel Aviv tem seu mercadinho local.
  • Arquitetura Bauhaus: de origem alemã, a arquitetura conhecida como Bauhaus é muito presente na cidade. São mais de 4.000 prédios nesse estilo, você sabia? É por conta disso, que a cidade é Patrimônio Mundial da UNESCO, sendo o lugar com o maior número de edifícios de estilo “Bauhaus” do mundo. Como isso foi acontecer? Esse estilo surgiu na década de 20, bem próximo do início da perseguição nazista na Alemanha, que coincidiu também com os primeiros anos de surgimento da cidade de Tel Aviv, com a chegada de inúmeros arquitetos vindos para trabalhar nas construções, que ficaram com a característica da arquitetura Bauhaus.
  • Tel Aviv Museum of Art: inaugurado em 1932, este museu é o maior de Israel. Seu acervo conta com artistas israelenses e também estrangeiros muito famosos, como Cézanne, Dali, Monet, Picasso. Além da construção original, o museu ganhou uma nova ala em 2011, que, por si só, já é válida para visitação por conta da arquitetura incrível feita de painéis de concreto.
  • Tel Aviv Museum of Art
    O impressionante design arquitetônico no Tel Aviv Museum of Art.
  • Hayarkon Park: localizado aos arredores da cidade, é tão importante para Tel Aviv como o Central Park é para NY, por conta de área verde imensa. Dentro do HaYarkon Park fica também um zoológico e até mesmo um parque aquático!
  • Hayarkon Park
    A natureza e os reflexos do rio no imenso Hayarkon Park.
  • As melhores praias de Tel Aviv: está muito enganado quem imagina que por ser uma região de forte cunho religioso não vai encontrar praias possíveis para diversão e banho de mar. Banhada pelo Mar Mediterrâneo, Tel Aviv tem 14 km de faixa litorânea para todos os públicos, desde surfistas até religiosos, incluindo dias específicos da semana para frequentadores de diferentes gêneros. As praias mais conhecidas são Hilton Beach, Banana Beach, Alma Beach, Gordon Beach, Nordau Beach e a área conhecida como Cesarea Marítima.
  • Rothschild Boulevard: Este ponto de Tel Aviv é um centro comercial muito famoso, com lojas, restaurantes, teatros e também muitos bancos, que dividem a rua com o comércio nos últimos anos. A parte histórica também está presente já que foi a primeira a ser construída na cidade. Por isso, é bastante famosa juntando história, comércio e arte ao lado dos maiores arranha-céus da cidade.
  • Rothschild Boulevard
    Um passeio pela movimentada e verdejante Rothschild Boulevard.
  • E mais: o bairro Neve Tzedek, o museu Ben-Gurion, a Praça Rabin, a Mesquita Hassan Bek.

JERUSALÉM, mensageira da paz!

Jerusalém
O fulgor místico e inesquecível da cidade sagrada de Jerusalém.

Berço das religiões monoteístas, entre nesta cidade pelo Monte Scopus, no mirante do Monte das Oliveiras (tempo livre para orações), visitando a Capela da Ascenção e a Gruta “Pater Nostro”, a Basílica Dominus Flevit, e no sopé da qual está o Horto Getsêmani e a Basílica da Agonia. Daqui tem-se uma bela vista panorâmica da cidade.

Segue-se à parte moderna da cidade, onde está Yad Vashem, memorial do holocausto pelos mais de 6.000.000 de judeus mortos na II Guerra Mundial; o Monte Hertzel (“pai do movimento sionista moderno”) e o Cemitério Militar; a maquete de Hollyland (que demonstra Jerusalém há 2.000 anos e a reconstituição do Segundo Templo feito pelo governador Herodes).

No Museu de Israel vê-se o santuário do livro sagrado (a Menorá) para apreciar os mais antigos manuscritos encontrados nas Grutas de Qunram, e o candelabro de 7 braços (emblema do Estado de Israel); centro médico Hadasa, com os famosos vitrais de Chagall e projetado por um dos alunos do Prof. Oscar Niemayer.

Prosseguimento ao Vale de Josafá, entrando na Velha Jerusalém pela Porta do Leões (uma das sete portas): Tanque de Bethesda (aqui Jesus curou o paralítico), igreja de Sant’Ana e a Capela da Flagelação. No Monte Sião (fora das muralhas) está o Túmulo do Rei David e o Cenáculo (local da última ceia de Jesus com os apóstolos), a Abadia da Dormição e a Igreja de São Pedro em Galicantu. Na saída da cidade amuralhada se conhece o bairro judeu de Hashmoneu; o Cardo Romano; o Muro Ocidental, o famoso Muro das Lamentações (onde os homens judeus ficam do lado esquerdo, lamentando a destruição do templo sagrado); Esplanada do Templo, onde estão as Mesquitas de El Aqsa e de Omar (Duomo da Rocha), os litóstrotos (local do tribunal onde Pôncio Pilatos se assentou) no Mosteiro das Irmãs de Sião e a Igreja do Santo Sepulcro, além da Via Dolorosa completa.

No centro novo da cidade (calçadões), vêem-se a Grande Sinagoga de Jerusalém, o bairro ultra ortodoxo de Mea Shearim, e a Colina dos Armamentos local que, entre 1948-1967 quando Jerusalém era dividida, era a base principal dos jordanianos, e que para a reunificação da cidade foi o ponto onde mais soldados dos dois lados caíram. No bairro governamental, encontra-se o Knessset que é o Parlamento do Estado.

Você descobrirá uma cidade moderna, que nada perde para as capitais europeias, com bares, restaurantes, butiques e, principalmente, as joalherias. Boas compras de pedras preciosas, entre outras, podem-se fazer ali. No bairro árabe, os tradicionais bazares são uma constante. Frequentemente patrulhada por militares, oferece alto nível de segurança aos turistas e cidadãos locais.

BELÉM

Belém
O local de origem cristã e o encanto sagrado da cidade de Belém.

Na Igreja da Natividade, onde se encontra a manjedoura (local de alimento de animais nas antigas estrebarias, na qual Jesus foi posto ao nascer) e o campo dos pastores. Aqui vê-se a Tumba da Matriarca Raquel, nos Campos dos Pastores, e o Centro de Estudos Bíblicos de Tantur, onde também se pode participar de uma reconstituição da “ceia pascal”, como era celebrada em Israel no período do II Templo.

  • Nazaré = onde Jesus viveu desde sua infância e juventude, preparando-se para sua missão, visitando a Basílica da Anunciação e a oficina de José, passando por Canaã, local do primeiro milagre de Jesus, Fonte da Virgem e o mercado oriental.
  • Nazaré
    As imponentes igrejas e belezas de Nazaré, a cidade da infância de Jesus.
  • Lado de Tiberíades = atravessa-se o Mar da Galiléia a bordo de um catamarã, vendo-se o passado e o presente. Atualmente, há vários hotéis-clínicas de tratamento de saúde e rejuvenescimento, além de bons restaurantes à beira-mar (ou melhor, do lago!).
  • Lado de Tiberíades
    As águas plácidas e tranquilas do Mar da Galileia em Tiberíades.
  • Cafarnaum = cidade típica do período do II Templo, chamada de “ a cidade de Jesus”. Vê-se as ruínas da cidade onde Jesus praticou a maior parte de seus milagres numa antiga sinagoga (Canaã = o primeiro milagre); o Tabgha, local da multiplicação dos peixes e dos pães, e onde Jesus Ressuscitado se encontra com seus discípulos; a Igreja do Primado, lugar da confirmação de São Pedro; o Monte das Bem-Aventuranças, onde Jesus pregou o célebre sermão da montanha; e o Monte Tabor onde houve a transfiguração de Jesus.
  • Cafarnaum
    As ruínas sagradas preservadas e o peso histórico em Cafarnaum.

    Cruzando-se a ponte Arik, entra-se no Planalto de Golan. Ao longo do trajeto vêem-se antigas fortificações sírias, chegando-se a Banias, local de Cesárea de Felipe (onde há culto especial na Festa dos Tabernáculos, todos os anos no mês de outubro). Caminhando-se ao longo do rio Dália, chega-se à piscina natural chamada de Breichat Hameshushim (recomenda-se levar maiô e toalha de banho). Ao longo do planalto, ainda se vêem os pontos estratégicos sírios, entre 1948-1967, assim como a cidade de Kuneitra, hoje em território sírio.

  • Yardenit = você será batizado neste ponto do Rio Jordão. Em Ein Harod, Gideão escolheu os homens dos israelitas que o seguiram para lutar contra os medianitas. Visita-se o Safed (antigas sinagogas e colônia de artistas).
  • Yardenit
    O famoso local de batismo pelas águas do Rio Jordão em Yardenit.
  • Jericó = considerada a mais antiga cidade do mundo; é um pequeno oásis no Deserto da Judéia. Há várias escavações arqueológicas e hoje é território da Autonomia Palestina. Foi a primeira cidade a ser tomada pelos “Filhos de Israel” quando retornaram à Terra Prometida.
  • Jericó
    Os mistérios e vestígios incrivelmente antigos no oásis de Jericó.

    Passa-se por Maale Adunim e Estalagem (pousada) do Bom Samaritano, visitando a Fortaleza de Massada. Na região do Mar Morto, é o único mar interior abaixo 390 m do nível do mar de águas mais salgadas do mundo; nelas você vai boiar sem esforço.

  • Massada = último reduto dos judeus na Grande Revolta contra Roma, foi o maior símbolo de patriotismo do povo judeu, pois o Rei Herodes construiu um fantástico palácio, onde 969 judeus preferiram morrer antes de se renderem às tropas romanas. A subida da montanha pode ser feita em teleférico e a descida pela “rampa” construída pelos romanos. Aqui foram encontrados os antigos manuscritos de Qunram (centro da comunidade dos essênios).
  • Massada
    O isolamento espetacular e a bravura ancestral encravada no topo de Massada.
  • Betânia = a casa de Marta e Maria, onde houve a ressurreição de Lázaro.
  • Betânia
    Os ecos divinos do passado e a importância da serena Betânia.
  • Oásis Ein Gedi = visita-se a fonte de água Davi.
  • “The Scroll Of Fire” = escultura nas montanhas da Judéia, seguindo para a gruta de Avshalom, toda ela em estalagmites e estalactites. Parada em Latrun, um dos possíveis pontos de Emaús.
  • Haifa (Iafo) = Joppe, antigo porto da época bíblica. Visite o Monte Carmelo, mirante natural de Haifa, os jardins persas, Mosteiro Carmelita De Stella Maris e o local onde o profeta Elias desafiou os falsos profetas de Bahal. Visite a igreja Stella Maris, Templo Bahai com seus jardins persas. Não deixe de ver a antiga cidade de Akko (cidade fortificada da época das cruzadas), Acre (Ptolomeida), com suas fortificações medievais (com suas salas e cripta de São João) e o bairro árabe. Aproveite para saborear os suculentos abacates, assim como as famosas laranjas que crescem nos ardentes e úmidos verões e também nos amenos invernos da planície litorânea, são cultivados nas zonas agrícolas que circundam a região.
  • Haifa
    A vista de tirar o fôlego a partir do espetacular Monte Carmelo em Haifa.
  • Cesárea = visita à sede da Comandância Romana: anfiteatro, aqueduto, fortificações e as cruzadas. Daqui, Paulo embarcou para Roma.
  • Cesárea
    O majestoso anfiteatro e vestígios imponentes da Comandância Romana em Cesárea.
  • Megido = “armagedom” (batalha bíblica entre as forças do bem e do mal) e uma das cidades fortificadas dos reis de Israel, onde caminha-se pelo túnel que trazia água à cidade.
  • Megido
    A profunda história cravada em Megido, o icônico Vale do Armagedom.
  • Galileia Ocidental
    Rosh Hanikra = ponto da fronteira com o Líbano, na costa do Mediterrâneo, onde a força do mar abriu grutas naturais na montanha rochosa. Por aí, visita-se a fortaleza de Montfort, um dos vários pontos estratégicos das legiões das cruzadas.
  • Galileia Ocidental
    O mistério das grutas cravadas pelo choque do Mediterrâneo na Galileia Ocidental.
  • Kibbutzim = pequenas propriedades agrícolas comunitárias, com estrutura socioeconômica bem definida em tarefas comuns a todos os integrantes. A irrigação é artificial, de abastecimento de rede, por gotejamento. Mais se parecem com oásis em pleno deserto (vide o vizinho Egito...). É um “know-how” desenvolvido em projetos israelenses e oferecidos a inúmeras nações pelo mundo todo. Faz parte da moderna sociedade israelense. Aqui é possível se fazer um passeio de 3 horas a cavalo pela Galileia e percorrer o rio Jordão a bordo de uma “boia-cross”.
  • Kibbutz
    A convivência verde e sustentável nas emblemáticas comunidades de Kibbutzim.
  • Tel Hay = uma das primeiras aldeias agrícolas fundadas para os pioneiros, no começo do século, para ver como viviam e trabalhavam a terra.
  • Tel Hay
    Memória dos pioneiros agrícolas imortalizada em Tel Hay.
  • Hamat Gader = há fontes naturais de águas termais e onde se criam crocodilos.
  • Hamat Gader
    As famosas fontes termais e as relaxantes comodidades de Hamat Gader.
  • Beit Shean = possivelmente, foi a única das Decápolis construídas na margem ocidental do rio Jordão, uma antiga fortaleza romana onde foram expostos os restos mortais do Rei Saul.
  • Beit Shean
    O deslumbrante anfiteatro e as ruínas marcantes na Decápole de Beit Shean.
  • Eilat = a 2 horas de viagem desde as jazidas de potássio em Sodoma, no litoral do Mar Morto, em direção ao sul. É o portão israelense entre a África e a Ásia. Além de cidade portuária, é também turística, onde os visitantes bronzeiam-se no cálido inverno, para praticar esportes aquáticos no Mar Vermelho e para excursionar por caminhos pedregosos através de seus elevados pináculos de granito. Visite seu famoso aquário e observatório submarino, para ver a riqueza da fauna e flora do mar Vermelho. Não perca um passeio de camelo pelos “wadis” da região.
  • Eilat
    O espetacular Mar Vermelho e os charmes aquáticos do destino turístico de Eilat.

Fonte: experiências de viagens pessoais